Resenha - Livro "O rapto do garoto de ouro"

Resenha - Livro "O rapto do garoto de ouro"


Olá pessoal!!!

A partir de hoje trarei algumas resenhas de livros que podem interessa-los. Vamos a primeira delas? Hoje trago a vocês a minha visão sobre o livro O Rapto do Garoto de Ouro. Vamos lá então?
Antes de mais nada, tenha em mente que este livro é um dos clássicos da antiga coleção Vaga-Lume. Pode ser um pouco difícil encontra-lo.

O livro conta a história de Alfredo, um garoto que está virando um Rockstar. Até que um dia, antes de um evento, Alfredo é raptado.
Os amigos de Alfredo; Ângela, Léo e Gino começam investigar quem raptou a estrela do Rock.

Bom, uma característica legal do livro é que ele possui uma linguagem bem fácil de se entender, pois é um livro que tem a intenção de atrair os jovens também. Nele também são encontradas algumas imagens de determinadas cenas.
Você é uma daquelas pessoas que não gosta de livros grossos e demorados? Então O Rapto do Garoto de ouro é a pedida certa!!!
Por outro lado, o livro é tão viciante e divertido que não dá vontade de parar de ler e você vai achar que deveria ter mais páginas.
Espero que tenham gostado... Até a próxima.

Por: Victor Neres

Opinião: futebol e cultura




Futebol e Cultura

Lídia Lima
O futebol é um dos esportes mais mais populares do mundo,no qual arrasta multidões para dentro dos estádios. Sim o futebol é cultura, pois é através de grandes eventos que podemos ver diferentes manifestações culturais, como foi na Copa do mundo na África do Sul em 2010, onde as vuvuzelas que causou grande barulho nos estádios tornou-se sinônimo de manifestação cultural do país.

Não ficamos conhecidos como o país do futebol à toa, a maneira que os grandes jogadores do passado como Pelé e Garrincha e até mesmo de uma geração não muito distante, Ronaldinho Gaúcho e Kaká, encantavam a todos que paravam para assistir.

Conclui-se que a paixão que alimenta milhares de brasileiros em busca de estar presente nos estádios, comprar as camisas que são lançadas a cada ano, seguir os ídolos que nascem em seus respectivos times e sofrer durante 90 minutos em uma partida faz que o futebol e a cultura estejam interligados.

O futebol é cultura, para aquele grafiteiro que através de sua arte pinta o rosto daquele jogador que salvou o time aos 45 do segundo tempo, ou aquele cantor que se inspira na ousadia e alegria de um jogador para compor uma música, ou daquela criança que se espelha em seu ídolo para vencer uma doença. Isso é futebol, isso é cultura.

Poesias que inspiram a vida

 Poesias que inspiram a vida


Poesias que inspiram a vida

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Grande escritor, poeta, empresário, crítico, publicitário, filosofo, tradutor, inventario, comentarista político e muito mais era Fernando Pessoa. Ele se foi, porém, suas obras se eternizaram junto com sua ousadia. Seus trabalhos cheios de vida, de aprendizado, de paixão e críticas. Inspiraram e inspiram muitos aprendizes e aventureiros nos oceanos da poesia.

Que venha Fernando Pessoa...

Venha mais poesia, que surja mais poetas, sonhadores e apreciadores da arte das palavras.

Agora que sinto amor
Passei toda a noite, sem saber dormir, vendo sem espaço a figura dela
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança. Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distração animada.
Quando desejo encontrá-la, quase que prefiro não a encontrar, para não ter que a deixar depois.
E prefiro pensar dela, porque dela como é tenho qualquer medo.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.

Quero só pensar ela. Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.

#CulturaMix

O amor é uma companhia

O amor é uma companhia
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O amor é uma companhia

O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos, porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.


#CulturaMix

Objetivos

Objetivos

Nossos Objetivos

O blog "CultMix" foi criado por estudantes de Comunicação Social-Jornalismo, da Univercidade de Mogi das Cruzes.
Tem como objetivo levar informação e entreterimento seus leitores e a produção textual de diversas temáticas, tanto jornalistico-informativa, quanto entreterimento.
Aqui o leitor encontrará crônicas, resenhas, dicas. Também encontrará para ler sobre, filmes, séries e games. Mas sobre tudo o leitor achará, aqui na CultMix noticias sobre: Política, Cidade, além de textos de Opinião.
Por fim, a CultMix tem por objetivo principal apresentar um jornalismo sério, juntamente com um conteúdo de lazer e entreterimento.
Boa leitura.

Equipe CultMix

Equipe

Equipe

Equipe

Dorival Martins Junior"
Idade: 20 anos

Bruna M. de Souza
Idade: 20 anos 

Patrícia M. Barreto
Idade: 19 anos

Lídia Lima
Idade: 19 anos

Ana Carolina
Idade: 20 anos

Victor Neres
Idade: 23 anos

E agora José?

CRÔNICA

E agora, José?

Por: Bruna Souza

2006: O novo mês mostrava sua face como quem chega de mansinho. Sem barulho, sem estardalhaços. O frio era o único que insistia em bater na porta, ansioso pela recepção. Quase, um convidado ilustre para os moradores da casa.

Meu pai e meu tio tomavam o mesmo café amargo pingado de leite de sempre, marca registrada de seus encontros. Eu, naquela época com dez anos, estirada no tapete da sala, apenas ouvia, sem pretensão, a conversa dos dois. “Diretas Já”, disse meu tio. “Lembra-se de nós naquela época?”, “Como vou esquecer? Naquela época eu ainda tinha cabelo”, respondeu entre risos. “Nós ajudamos a mudar o país”, completou. Nesse momento, as pessoas em forma de graveto que rabiscava não mais me interessavam. “Como assim? Meu pai e meu tio mudaram o país?”. Minha atenção redobrou, absorvia com entusiasmo as palavras que flutuavam no ar gélido da sala. “E os caras pintadas?” indagou meu tio, com um sorriso que já começava a acentuar suas rugas. “Nem me fale”, retrucou meu pai com o mesmo sorriso. “Saímos às ruas, pedimos um país melhor”. “País melhor”, repeti baixinho. “Nós fizemos história”, disseram em coro. “Fizemos história”, balbuciei.

2016: Menos 20 graus lá fora. Há tantas pessoas no vagão no qual me encontro que o ar gélido nem faz tanta diferença quanto gostaria.

O assunto ao meu redor não poderia ser outro: Política. Essa palavra de oito letras e quatro sílabas que antes vinha acompanhada de “eu não gosto”, hoje é pronunciada em demasia. Seja na roda de amigos em um bar, seja na escola, igreja, calçada. Seja na TV, rádio ou espaço. Seja no trem, como agora.

A moça de pé com a voz rasgada na minha frente diz: “Viu só o que ela fez? Ela afundou a Petrobrás”. “E o que o Moro fez? Vazar a conversa dos dois por puro alarde?”, retruca o senhor ao meu lado. “E a nomeação de Lula pra ministro? Ninguém “tá” acima da lei não”, se intromete o rapaz com olhos de coruja. Eu apenas ouço, calada, o que nesse momento transforma-se em gritaria. “Benditos coxinhas” grita alguém do fundo. “Olha só quem fala seu Petralha”. “No PT só tem ladrão” diz a moça da voz rasgada. Sua voz quase não é ouvida em meio a tantas vozes de “eu estou certo e você errado”.

O rapaz com olhos de coruja persiste. O senhor ao meu lado fala sozinho: “Há quanto tempo o PSDB “tá” no governo de São Paulo? O que eles fizeram? Nada! Nada!”.

Continuo a ouvir, calada. A cada estação o número de pessoas só aumenta, me sinto encurralada em meio tanto estardalhaços.

O moço de cabelos preto, com a barba por fazer sentado ao meu lado sorri. Quase, como um ato de cumplicidade. E para minha surpresa, ele pergunta: “E agora, José?”, “E agora, você?”, pergunto enquanto levanto. Minha estação é a próxima.

Marcas do Tempo - O homem que me tornei

Marcas do Tempo

O Homem Que Me Tornei

Uma entrevista com
IVO HERZOG


Marcas do Tempo - O Homem Que Me Tornei
Uma entrevista com Ivo Herzog.

Trabalho realizado pelos alunos:
Bruna Souza;
Caroline Silva;
Dorival Martins;
Flávia Simplício;
Michele Rodrigues;
Osmar Tobita;
Patrícia Barreto;
para a matéria de Economia e Geopolítica,
do curso de Comunicação Social (Jornalismo e, Publicidade e Propaganda)
da Universidade de Mogi das Cruzes - UMC.

Orientador: Profº Ms. Mário Sérgio de Moraes
Coordenação de curso: Profª Ms. Agnes Arruda